Está em cartaz na Netflix o filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, uma boa pedida para quem gosta de dramas. Coincidência ou não o filme reaparece num momento em que está em discussão a “Escola Sem Partido”. Talvez você não encontre relação entre uma coisa e outra, mas vale a pena ver o filme e refletir

O grande ensinamento por trás de “Sociedade dos Poetas Mortos”

Apesar de Robin Williams ter deixado um legado de filmes maravilhosos ao longo de sua carreira, entre eles “Amor além da vida”, “Patch Adams – o amor é contagioso” e “O homem bicentenário”, certamente um dos mais incríveis e com mais lições de vida chama-se “Sociedade dos Poetas Mortos”. A respectiva obra retrata um professor diferente (Robin Williams) que ao chegar na nova sala de aula funda um grupo literário com os estudantes, no qual fazem reflexões sobre o sentido poético da vida.

O filme é muito tocante e traz lições valiosíssimas, principalmente referente a importância dos sentimentos na vida das pessoas. Embora a ciência tenha uma grande relevância para a manutenção da nossa sociedade, o mais importante na cabeça de um homem é o que está dentro do seu coração. Tantas pessoas tem a vida que sonhamos: dinheiro sobrando na conta, um casamento visto como perfeito, filhos inteligentes, reconhecimento no emprego e no círculo social e etc, mas não escondem a sua infelicidade. Eles tem tudo o que julgamos que seria essencial para a nossa felicidade plena, mas são infelizes.

Um dos conceitos retratados com maior veemência no filme, mais precisamente pelo personagem de Williams e repassado aos seus alunos, é a ideia do Carpe Diem, que retrata a busca em aproveitar cada um dos momentos de nossas vidas ao máximo. Sempre com responsabilidade, a premissa do Carpe Diem é que se a gente adiar para amanhã o que podemos fazer hoje, talvez o amanhã não chegue.

No final das contas, a felicidade é algo que se constrói dentro de cada um de nós. Se isso não estiver muito bem definido em nossas mentes e, principalmente, no coração, não vai adiantar acontecer nenhuma transformação externa na sua vida. A mudança parte de nosso interior, ou seja, de dentro para fora.

“Faça aquilo que você acredita ser melhor para você sempre.”

Por mais que possam reprovar suas atitudes, caso ações inovadoras não tivessem sido ousadas no passado, certamente estaríamos vivendo da mesma forma como vivíamos há milhares e milhares de anos. Como já dizia um velho pensamento: “Ele tinha um grande desafio para superar, que muitos afirmavam que não tinha jeito de ser solucionado. O problema é que ele não sabia que era impossível, então foi lá e resolveu o problema”. Muitas vezes, os maiores entraves estão dentro de nossas mentes. Siga o seu coração e faça o que for necessário para construir a sua felicidade todos os dias. Carpe Diem!

Texto escrito por Diego Rennan da Equipe “Eu Sem Fronteiras”.