O ex-governador Beto Richa, que não conseguiu eleição ao Senado; o deputado federal Valdir Rossoni, que era seu auxiliar imediato e o deputado estadual por Ponta Grossa, reeleito, Plauto Miró Guimarães Filho são os principais envolvidos numa liminar concedida pela Justiça do Paraná determina o bloqueio de até R$ 265 milhões em bens de doze investigados.

Eduardo Lourenço Bana, juiz da 5.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, atendeu pedido do Ministério Público Estadual, envolvendo Richa, mais 11 investigados na Operação Quadro Negro e a empresa Valor Construtora.

Segundo a notícia do Bem Paraná, além de Richa, Rossoni e Plauto, tiveram os bens bloqueados Edmundo Rodrigues da Veiga Neto, ex-diretor-geral da Secretaria de Estado da Educação (Seed); Eduardo Lopes de Souza, delator da operação e dono da Valor Construtora; Evandro Machado, engenheiro e ex-coordenador de fiscalização da Seed; Luiz Eduardo da Veiga Sebastiani, ex-secretário da Fazenda; Marilane Aparecida Fermino, assessora do ex-diretor-geral da Seed; Maurício Fanini, ex-diretor de Engenharia e Orçamentos da Superintendência de Desenvolvimento Educacional (Sude); Tatiane de Souza e Vanessa Domingues , “sócias-laranjas” da Valor; Viviane Lopes de Souza, irmã de Eduardo e a própria Valor Construtora.

Entre os três políticos, apenas Plauto conseguiu se reeleger deputado estadual neste ano. Richa foi candidato ao Senado e Rossoni à reeleição na Câmara Federal. (Foto da Agência Estadual de Notícias)