Perguntas básicas que não me saem da cabeça e que algum farmacêutico, médico ou especialista da área pode esclarecer:
– Quanto tempo dura o efeito de tranquilizantes em uma pessoa que foi acometida de forte emoção?
– Que abalo emocional pode ter uma pessoa que simula o seu próprio sequestro?
– Que espécie de pressão pode levar alguém a se auto-prejudicar?
Por não saber responder estas perguntas fico reticente e cético com as informações que chegam ao meu conhecimento. E não vi ninguém questionar isso tudo.