O pedido de habeas corpus dos advogados do ex-presidente Lula está com a Segunda Turma do Supremo, conforme definiu o relator, ministro Edson Fachin.
O juiz Sérgio Moro, durante a entrevista coletiva de ontem classificou de “álibi falso de perseguição política”, ao se referir ao caso.
Fazem parte da Segunda Turma do Supremo, além de Edson Fachin, relator os ministros Gilmar Mendes, Celso de Melo, Ricardo Lewandowski e Carmem Lúcia. Carmem substitui Dias Toffoli que assumiu a presidência do Supremo.
A data de julgamento não foi ainda marcada mas tudo indica que o pedido dos defensores de Lula será negado.
O portal da UOL publica hoje que os juízes ressaltaram três pontos da condenação de Lula:
1) A sentença em que Moro condenou Lula foi lavrada em 2017, quado não havia perspectiva de vitória de Jair Bolsonaro.
2) O veredicto foi referenciado posteriormente por três desembargadores da Oitava Turma do TRF-4, que determinou a prisão
3) O próprio Supremo indeferiu pedido de habeas corpus preventivo formulado na época pela defesa de Lula.