A Polícia Federal continua ativa e hoje (7/11) atua nas cidades de Santos, São Paulo e Campo Limpo Paulista. Está investigando uma suposta propina paga pela Odebrecht ao senador Romero Jucá (MDB-RR). Como troca, em 2012, a aprovação de uma resolução, no Senado, que restringia a chamada “guerra fiscal nos portos”.

Jucá teria recebido R$ 4 milhões da Odebrecht. Mas, em delação, o ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, disse que o senador recebeu repasses que somam R$ 15 a R$ 16 milhões. Suspeita-se também do senador Renan Calheiros (MD-AL). A operação foi autorizada pelo ministro Edson Fachin. Jucá não é alvo direto da operação, mas há nomes envolvidos no esquema e ligados, supostamente, a Jucá e Renan. Os nomes estão sob sigilo.