Adiantar os relógios para economizar, utilizando a luz solar por mais tempo. Este foi o objetivo principal do Horário de Verão, também conhecido como Daylight Saving Time (DST).

A primeira menção foi de Benjamin Franklin, em 1784, quando ainda nem se pensava em luz elétrica. Esta surgiu em 21 de outubro de 1879, através do inventor norte-americano Thomas Alva Edison.

O autor da proposta do Horário de Verão, foi George Vernon Hudson, um entomologista da Nova Zelândia que, enquanto pesquisava o comportamento dos insetos, seu trabalho. Ele percebeu o valor da luz do Sol, dois anos depois, em 1898. Foi então que Hudson voltou à carga publicando mais uma pesquisa sobre o horário de Verão.

No verão de 1905, o inglês William Willet observou a importância do horário de Verão para as pessoas em Londres. Foi durante um passeio matinal. Já em 1907 divulgou um estudo sobre os benefícios do horário de Verão.

Mas foi a Alemanha o primeiro país a usar o horário de Verão. Em 1916, para poupar carvão, que era essencial para a sua intervenção na 1ª Guerra Mundial, adotou a novidade.

O horário de Verão contribui para a redução do uso de eletricidade. Mas só tem sentido em países distantes da linha do equador. Os países próximos, no verão, têm noites bem curtas e dias longos.

Há quem argumente que a alteração da hora tem efeitos negativos na saúde, como a depressão, a desordem afetiva sazonal, ritmo cardíaco acelerado e tendências suicidas.

Os à favor destacam que, por os dias serem mais longos, proporcionam às pessoas saírem mais depois do dia de trabalho, incentivando o exercício físico e melhora do estado psicológico. Há até quem aposte que os acidentes de trânsito e o crime urbano diminuem.