Acusado de receber um terreno da Construtora Odebrecht para construção do Instituto Lula, tem até hoje, para apresentar os termos de sua defesa, para as alegações finais do processo.

Os advogados do ex-presidente, já condenado e preso por outros crimes, em Curitiba, analisam as provas para tentar anular uma nova provável sentença, aumentado os anos de prisão do ex-presidente. Esta é a última etapa antes da sentença do juiz Sérgio Moro.

Já não há mais prazo para publicação da decisão no sistema eletrônico da Justiça Federal.

Em outubro os procuradores da Lava Jato queriam a condenação de Lula por nove atos de corrupção passiva e por sete atos de lavagem de dinheiro.

Além de Lula o Ministério Público pediu a condenação do advogado Roberto Teixeira, do ex-ministro Antonio Palocci e do empresário Marcelo Odebrecht.

São 408 páginas, onde até o confisco do imóvel em São Paulo é pedido pela justiça. Além disso o pagamento de R$ 75 milhões pelos acusados, que seria o valor percentual da propina da Odebrecht.