O presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem uma nova avaliação médica no dia 19 de janeiro. Se a infecção no intestino estiver totalmente curada, a operação para retirada da bolsa de colostomia deve ser feita no dia seguinte (20 de janeiro). “Caso contrário, se o grave caso de infecção permanecer ainda, o prazo será novamente adiado”, disse.

A operação foi marcada inicialmente para 12 de dezembro, mas acabou adiada após uma série de exames médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Os exames pré-operatórios não necessários antes da terceira cirurgia a que Bolsonaro será submetido desde que foi esfaqueado no abdômen por Adélio Bispo, durante ato político, em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro.

Ele fez uma cirurgia inicial, de grande porte, na Santa Casa de Juiz de Fora, depois uma segunda, já no Einstein, para corrigir uma aderência. A estimativa é que o período de recuperação dessa terceira cirurgia seja de 10 a 15 dias.

Com o adiamento, Bolsonaro só será submetido à cirurgia depois da posse, esta marcada para 1º de janeiro, na Presidência da República.

Na ausência do presidente, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), na foto, poderá assumir o posto pela primeira vez. Geralmente, a chefia do Executivo é transferida seguindo a linha sucessória nos casos de viagem para o exterior do titular do cargo, mas como Bolsonaro ficará alguns dias hospitalizado, Mourão tende a substituí-lo durante o período.
De acordo com a Constituição Federal, cabe ao vice-presidente exercer a tarefa “no caso de impedimento” do presidente ou atuar em missões especiais, convocado por ele.

A diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi adiantada para o próximo dia 10 de dezembro em comum acordo, justamente devido à previsão inicial de que a cirurgia do presidente eleito fosse realizada no dia 12. As informações da Agência Brasil.