O eleitor não tem apenas o 13 e o 17 para definir com o seu voto nas eleições do dia 28. Na realidade são cinco oportunidades, independentemente de gostarem ou não.

As consequências levam praticamente a mesma câmara de gás, no entanto, são alternativas pelas quais ele pode definir o voto obrigatório. A primeira e mais omissa de todas é não comparecendo na secção eleitoral e pagando a multa por não ter votado, já que o voto, lamentavelmente, é obrigatório neste país.

Depois as mais radicais do ponto de vista de participação no processo, os votos brancos ou nulos. E por fim a escolha pura e simples, pelo ruim ou o pior. Como diria aquele mais conformado: é o que temos. Lamentavelmente o processo político, chamado de “democrático” nos impõe duas espécies de tortura no final das contas.

Ou o continuísmo com o PT de Lula e seus desmandos larápios ou então a insustentável dúvida do que pode acontecer com o país nas mãos de um maluco de parafuso solto, como o Capitão Cueca e suas estrepolias milicas. E nesse vai quer quer ou tem coragem, é o eleitor conectado das redes sociais das fake news e das mentiras cabeludas que vai para o “matadouro” ou a “câmara de gás” para definir qual é a melhor maneira de decretar o seu suicídio político. Que seja o que Deus quiser e ele que nos ampare, pois estamos nos dirigindo para as mãos do Capeta, mesmo contra a vontade.