Numa de suas recentes colunas, no Estadão, o jornalista William Waack mostra que o entusiasmo de Bolsonaro com Trump. E sugere que há muita semelhança de estilos. Mas adverte de que é ilusória a interpretação de que isso pode ser benéfico para o Brasil. “Os Estados Unidos podem incluir o Brasil em futuras restrições comerciais e estão interessados numa pauta que se resume a comércio, defesa, a situação da Venezuela e o crime organizado, representado pelo PCC”. Em resumo: O Brasil não mudou muito para Trump. A visão com Bolsonaro não deve ser muito diferente daquela pela qual ele via a gestão Dilma ou Temer.